Família é uma instituição respeitada em todo o planeta. Toda Família tem uma energia central que interliga seus membros ao seu conceito – o Amor!

O que vem a ser Família? É uma pergunta aparentemente simples, mas ao mesmo tempo muito complexa.

Tirando todos os traumas e emoções mal compreendidas que envolvem a maioria dos membros familiares; família, no sentido mais puro da palavra, é apenas Unidade.

E, o que vem a ser Unidade?

Unidade é a integração energética, a qual, mesmo havendo uma perspectiva de individualidade aos membros integrantes, todos os indivíduos acabam sendo apenas um – Theo – Unidade na Eternidade!

A família recebeu muitos conceitos externos.

Muitos interpretam a família como a base sólida na construção de uma sociedade. Outros, a vê como um aconchego, um gostinho de lar. Outros, por suas experiências particulares, não considera a família como algo agradável, aconchegante.

Cada um tem suas experiências, inclusive familiar e, nenhuma é melhor ou pior que a outra. São apenas experiências!

Portanto, essa unidade, baseada no Amor, forma uma família.

Esse elo familiar – unidade -, em uma compreensão mais ampla, na autoconsciência de um Ser Humano, está presente não apenas em uma família, mas em tudo que rodeia um indivíduo.

Muitos já ouviram sobre essa reciprocidade por força da unidade. Isto é, todos os Seres Humanos estão conectados, assim, o que um emana para o mundo refletirá em outro indivíduo e, sucessivamente. Depois, retorna o que foi emanado.

Muitos já ouviram essa dinâmica como lei da causa e efeito.

Essa reciprocidade está presente em cada indivíduo que, aqui, vive suas experiências.

Ao falar em família – por força do elo mais próximo, com a presença do amor mais facilmente visto e sentido, entre seus membros – essa energia da unidade é observada e vivenciada de forma mais presente, na maioria dos Seres Humanos.

Nesse sentido, um fato ocorrido com um membro familiar, reflete, variando a intensidade, na consciência dos demais membros. De alguma forma, esse determinado fato, ativará, em alguns membros familiares, um gesto de ajuda ativa, ou ajuda passiva, ou, um simples gesto de solidariedade. Tudo se conecta.

Isso só é possível porque há unidade de forma mais transparente, entre os membros familiares, conectados com base no Amor.

Em outro sentido, essa energia de unidade, baseada no amor, também está presente em todas as relações Humanas, fora do elo familiar.

Contudo, por força das energias densas ainda presente nesse Planeta (a qual já encerrou sua estadia por aqui e, já iniciamos a limpeza do Planeta e do Humano, por isso a sensação do caos momentâneo) – como egoísmo, materialidade, competição, manipulação, poder, ego, falta de ética e moral, generalizados –, o Ser Humano não visualiza, com tamanha facilidade, em comparação com o elo familiar, a unidade baseada no amor em que vive.

Dessa forma, o Ser Humano, na sua grande maioria, entende que o outro não é ele, mas um estranho, um potencial agressor a ele ou à sua família. Ledo Engano!

Ao pensar e agir assim, o próprio individuo contra-ataca ele mesmo, pois, dentro dessa energia do medo – ataque, paralisia ou fuga – ele emite para o mundo sua energia baseada nessa densidade e, por força natural da lei causa e efeito, o indivíduo que assim age, se afundará ainda mais dentro da própria experiência, ou seja, dentro da própria energia do medo.

Vira um ciclo vicioso com efeitos, os quais entristecerão a alma, com o tempo. E, a vida começa a perder o brilho! Esse é o ciclo das experiências baseada no medo.

O terceiro, destinatário do comportamento baseado no medo, ativa ou passivamente, do outro, só receberá essa energia de baixa frequência se permitir, se deixar que a energia do medo, emitida pelo outro, entre em sua experiência, em sua vida – livre arbítrio.

Caso contrário – não permitindo – toda essa energia emanada, através do medo – volta inteiramente para seu emissor.

Para mudar essa experiência, basta mudar a origem. Isto é, recorde – se da energia do elo familiar, da energia da unidade vivido dentro de uma família e, transmita – a para todo o seu Ser.

Portanto, a família recebe essa consideração e importância pela Humanidade, não porque você nasceu ou foi escolhido, por amor, para pertencer à uma determinada família. Afinal, somos Seres Divinos completos; não há complementariedade externa, seja de membros familiares ou de qualquer outro indivíduo.

A família recebe essa consideração e importância para a Humanidade, simplesmente, porque, hoje, o Ser Humano vivencia sua verdadeira natureza – Unidade pura baseada no Amor Puro – praticamente, apenas nos elos familiares.

Os Seres Humanos encontram, no elo familiar, um pouquinho de sua origem e, ama isso, se apaixona por isso.

Contudo, ao descobrir, em seu processo de autoconsciência através do Amor – é o único caminho – o Ser Humano descobrirá que sua verdadeira conexão não está apenas nos outros indivíduos, denominados parentes, familiares, mas em tudo que o rodeia em sua experiência, inclusive, no que ele chama de Deus, Universo, Energia Cósmica.

Tudo está conectado, em absoluto. Viva sua experiência dentro de sua realidade através de sua autoconsciência baseada no Amor e, tudo se encaixará, tudo fará sentido. Gratidão!

Momento do Pensamento

“O grau de compreensão da Verdade varia de pessoa para pessoa, ainda que da mesma família; por isso, é diferente o destino de cada familiar…” Masaharu Taniguchi. Fonte: TANIGUCHI, Masaharu. A Verdade da Vida. Seicho-No-Ie do Brasil, 1992, 199 páginas. Página 120 – 121. www.frasesdepensadores.com.br

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