Amor, um sentimento nobre! Já ouviram esta frase? Ela, provavelmente, já foi expressada em todo o Planeta – do Ocidente ao Oriente.

Este sentimento já foi tema de letras de músicas; já foi motivo de grandes confraternizações; já foi motivo de mortes; já foi motivo de honra. Dentre muitos outros motivos.

O Amor exerce esse lugar em nossas vidas, como Seres Individuais, como Seres Coletivos, pois ele é o sentimento que torna os Seres Humanos verdadeiros Humanos!! Humanos Iluminados que somos!!

Contudo, a Humanidade, hoje, tem vivenciado o Amor? Aqui, nos referimos ao verdadeiro Amor – aquele amor Puro, Genuíno, Compassivo.

Os Seres Humanos têm vivido um momento delicado sobre o Amor. A Humanidade tem confundido esse sentimento nobre com muitas coisas, menos com o verdadeiro sentido do Amor.

Muitos substituem o Amor por bens materiais; por conquistas em cargos, funções no ambiente de trabalho. Outros substituem o Amor por muitas “curtidas” em suas redes sociais.

Diante de tal confusão inconsciente sobre o Amor, no mundo, tem gerado um grande, imenso vazio nos corações dos Seres Humanos, o qual transcende por meio de angústia; depressão; sensação de estar perdido; auto depreciação. O que tem ecoado, no mundo, um grande pedido de socorro!

A Indivíduo, hoje, tem trabalhado mais; tem buscado mais conforto material, para si e para as pessoas próximas; tem, muitas vezes, um retorno bem significativo nas redes sociais e, ao mesmo tempo, tem sofrido o oposto do que subentende aos efeitos das conquistas acima, isto é, tem aumentado o sentimento de medo, ansiedade, tristeza, raiva e, ódio.

Essa análise, exposta acima, tem um único propósito – diante de tais conquistas, confortos, o natural é uma explosão de alegria, bem-estar do indivíduo que a vivencia. Contudo, esses sentimentos não estão presentes, muitas vezes, porque faltou o ingrediente principal a elas – o Amor no seu intento.

Essas conquistas têm sido baseadas na mente, na objetividade, na materialização delas por si mesmas. Não com base na grande motivação – no Amor, na Paixão. Afinal, o Amor não nasce da mente – nasce da alma do indivíduo.

Nesse momento, o Ser Humano deve se perguntar – O que você deseja para sua vida? Ou, melhor, o que sua verdadeira essência, sua alma, deseja para esta sua experiência, efetivamente?

Amor tem a ver com doação!

O primeiro Amor, o mais importante de todas formas de Amor, que você deve vivenciar, em sua existência, é o Amor próprio.

Se você se ama em primeiro lugar, este sentimento cria, dentro de você, uma harmonia entre seus desejos, suas conquistas, com sua essência.

Assim, como efeito natural dessa convergência, você passa a emanar para o mundo um auto respeito – não baseado no Ego, mas baseado na sua alma -; você fortalece sua imunidade – física, psíquica e, espiritual (com o aumento de sua frequência vibracional); seus pensamentos tornam – se mais positivos. Assim, ao doar o Amor ao outro, você fará de forma mais sincera, mais pura, mais forte, ou seja, de forma Humana.

Ao doar seu Amor, nesse sentido, com toda essa pureza e fortaleza acima, o outro – seja um filho, filha, pai, mãe, parentes em geral, amigos, colegas de trabalho, vizinhos – receberão suas palavras, suas decisões sem reserva, sem resistência, afinal, a energia que você transmitirá ao outro terá a base na harmonia e, não, em eventual ataque, mesmo inconsciente.

Por conseguinte, gera uma rede, sem limites, de trocas infinitas do verdadeiro Amor. E, naturalmente, o mundo em que vivemos se transformará em um Recanto Especial, em uma verdadeira Paz Mundial.

Portanto, basta você fazer sua transformação interna. Basta você acreditar!

A Humanidade precisa acreditar no Amor Puro, novamente! Porque ela não tem outra opção! Esse é o caminho! Gratidão!! 

 

Momento do Pensamento

“Ao contrário do amor, o amor-próprio não acaba nunca.(Carlos Drummond de Andrade). Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond. O Avesso das Coisas. Aforismos. Editora Record. 2ª Edição. 1990. Site: www.frasesdepensadores.com.br

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2 Respostas para PRIMEIRO AMOR

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